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Uma review sobre a série Orphan Black


Orphan Black se despede de seu público em sua quinta e última temporada que será exibida aos domingos pela Netflix no Brasil

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Uma das séries mais aclamadas dos últimos tempos, Orphan Black deve todo o seu sucesso a sua protagonista Tatiana Maslany que interpreta diferentes clones nesse drama de ficção científica. Em sua quinta e última temporada que estreou na BBC America no último sábado (sendo disponibilizado no domingo na Netflix) descobriremos mais sobre as clones LEDA e que mais segredos estão guardados em torno delas.

Orphan Black começa com a história de Sarah Manning  uma orfã que pratica pequenos delitos, que depois de passar um bom tempo longe da família que mora no Canadá, ela volta tentando arranjar dinheiro com algumas drogas que vendia graças ao ex-namorado Vic na esperança de poder ver a filha Kira que mora com sua mãe adotiva que ela chama de Sra S. Uma bela noite enquanto esperava pelo próximo trem, ela vê uma mulher se suicidar ao se jogar da plataforma. O mais surpreendente é que a mulher era exatamente igual a ela. Sarah então assume sua identidade e descobre que a mulher era uma detetive de polícia chamada Beth Childs.

Enquanto se passas por Beth e tenta arranjar uma maneira de sair do país com a filha e o irmão adotivo Felix, Sarah descobre outras mulheres iguais a ela, incluindo Helena uma assassina da Ucrânia que Sarah depois descobre ser sua irmã gêmea enquanto as outras mulheres incluindo Beth, Cosima, Alisson e Rachel além de outras mulheres serem suas clones em um projeto governamental de clonagem humana iniciado por ela e Helena quando elas eram crianças antes de serem separadas ao nascer. E o pior de tudo, é que algumas das pessoas responsáveis pelo projeto está matando as clones.

Ao longo das cinco temporadas da série mais clones são apresentadas como Katjia (uma alemã que possui informações de interesse de Sarah),  Tony (um transgênero), Krystal (uma manicure hilária), M.K (uma hacker que era amiga de Beth) além das clones recorrentes das temporadas como Cosima (uma cientista adorável), Allison (uma dona de casa do subúrbio) e Rachel (responsável pelo projeto LEDA das clones femininas). Na segunda temporada, descobrimos que existe um grupo de clones masculinos conhecidos como Castor. A história deles é explicada melhor na terceira temporada, mas é na segunda temporada que conhecemos um dos clones masculinos. Os clones Castor são todos interpretados pelo ator Ari Miller que embora tente, não chega aos pés da atuação da Tatiana Maslany em interpretar diferentes personagens com personalidades diferentes. Isso é brilhantemente executado em cenas em que as clones trocam de lugar, fingindo ser a outra. Quando Sarah finge ser Cosima ou Allison se passa por Sarah ou Cosima é obrigada a se passar por Allison.

A série foi criada por Graeme Manson e John Fawcett caiu nas graças dos fãs não só pela brilhante atuação de Tatiana Maslany mas também pelo ótimo elenco de apoio com destaque para o hilário Jordan Gavaris que interpreta o irmão adotivo de Sarah, Felix Dawkins; Kristian Bruun como Donnie Hendrix, marido de Alison, Maria Doyle Kennedy como a mãe adotiva de Sarah e Felix , Siobhan Sadler / Sra. “S” além de Évelyne Brochu como a Doutora Delphine Comier, namorada de Cosima. Além do ótimo elenco, o roteiro dos episódios deixando ganchos para o próximo episódio, deixa o público ainda mais curioso em relação a história de Sarah e suas “sestras”.

Confira abaixo o video de como é feito os efeitos especiais das cenas em que tem mais de uma clone em cena.

Orphan Black está em sua quinta e última temporada e está sendo exibido semanalmente todo domingo na Netflix.


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