press

Concerto Sinfônico Bossa Nova Hoje e Sempre lança projeto multiplataforma dedicado à Bossa Nova


Roberto Menescal, Wanda Sá, Alaíde Costa e Theo Bial sobem ao palco com a Orquestra Villa-Lobos, sob regência de Adriano Machado, em concerto especial no Rio de Janeiro.

Apresentação inicia o projeto multiplataforma BOSSA NOVA HOJE E SEMPRE, que vai celebrar  a Bossa Nova, Patrimônio Cultural do Brasil, com portal digital, shows, concertos, talkshows, álbum e uma grande exposição ao longo de 2026 e 2027

No dia 9 de abril, a prestigiada Orquestra Sinfônica Villa-Lobos, sob a regência do maestro Adriano Machado, sobe ao palco do Teatro Riachuelo no Rio de Janeiro para um concerto inédito e único. A noite sinfônica cheia de bossa terá convidados especiais. Roberto Menescal, Wanda Sá, Alaíde Costa e Theo Bial darão voz a clássicos inesquecíveis, guardados na memória e na alma de diferentes gerações.

O repertório da noite inclui pérolas da Bossa Nova como “Chega de Saudade”, “Wave”, “Samba do Avião”, “Garota de Ipanema”, “Manhã de Carnaval”, “Só Danço Samba”, “Insensatez”, “Barquinho”, “Minha Namorada”, entre muitas outras.

Considerado um dos arquitetos fundadores do gênero, o cantor, compositor, violonista e produtor Roberto Menescal apresentará canções feitas em parceria com Ronaldo Bôscoli como “Barquinho” e “Ah Se Eu Pudesse” e ainda dividirá momentos com Wanda Sá em “Vagamente” e “Rio” com Theo Bial. Com Alaíde Costa, Menescal apresentará “Wave”, clássico de Tom Jobim.

Uma das primeiras grandes intérpretes a gravar repertório bossanovista, Alaíde Costa emprestará sua voz e interpretações inconfundíveis a “Insensatez” (Tom Jobim / Vinicius de Moraes), “Sabe Você” (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes) e “Eu e a Brisa” (Johnny Alf)

Considerada uma das vozes femininas mais puras da Bossa Nova clássica, Wanda Sá brindará o público presente com “Samba de verão” (Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle), “Manhã de Carnaval” (Luis Bonfá / Antônio Maria) e “Coisa Mais Linda” (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes).

Representante da nova geração, Theo Bial revisita e atualiza a Bossa Nova. Ele canta “Minha Namorada” (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes) e “Rosa Morena” (Dorival Caymmi).

O espetáculo terá ainda números com a participação de todos os artistas convidados, como em “Chega de Saudade” (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) e “Só Danço Samba” (Tom Jobim / Vinicius de Moraes), entre outras canções que convidam o público a cantar junto.

O concerto sinfônico tem preços populares e faz parte do projeto multiplataforma Bossa Nova Hoje e Sempre, apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com o patrocínio de ELO e IRB (Re).

Ao longo do ano, a Orquestra Sinfônica Villa-Lobos, sob a regência do maestro Adriano Machado, passará também por São Paulo, Salvador e Porto Alegre, ao lado de artistas de diferentes gerações, para executar temas e canções memoráveis do repertório da Bossa Nova.

BOSSA NOVA HOJE E SEMPRE

Fruto de uma parceria entre as empresas Stanley Projetos, Musickeria, MRG Projetos e Produções Culturais e Tacatinta, projeto multiplataforma que se inicia em 2026 e seguirá por 2027 irá resgatar o legado da Bossa Nova ao presentear o público com diferentes iniciativas: um portal digital inédito, o mais completo já feito para mapear a história e os principais nomes da Bossa Nova, videocasts,  talkshows, espetáculos, álbuns, concertos sinfônicos em quatro capitais brasileiras e a maior exposição já dedicada ao gênero.

SERVIÇO

Onde: Teatro Riachuelo – R. do Passeio, 38/40 – Centro
Data: 9 de abril (quinta-feira) de 2026
Horário: 20h
Classificação etária: Livre
Duração: 120 minutos
Ingressos:
Plateia VIP – R$ 220,00
Plateia – R$ 180,00
Balcão Nobre – R$ 150,00
Balcão Superior – R$ 100,00
Vendas:  Ingresso.com
Obs:
Todas as sessões dos espetáculos possuem recursos de acessibilidade como Audiodescrição, Libras e Legendagem. Confira os descontos disponíveis em Ingresso.com

Sobre os artistas

Roberto Menescal

Instrumentista, compositor, cantor e produtor, Roberto Menescal é um dos nomes centrais da bossa nova surgida no fim dos anos 1950. Nascido em Vitória e criado no Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais ainda na adolescência, passando pelo piano e acordeão até se firmar no violão, instrumento que marcaria sua trajetória. Teve formação com nomes como Edinho do Trio Irakitan, Guerra Peixe e Moacir Santos, aprofundando-se em teoria, harmonia e contraponto. Ao longo da carreira, recebeu o Prêmio à Excelência Musical concedido pela Academia Latina da Gravação, reconhecimento por sua contribuição à música brasileira.

Menescal começou profissionalmente aos 18 anos, acompanhando a cantora Sylvinha Telles em turnê. Ao lado de Carlos Lyra, abriu uma academia de violão onde conviveu com Nara Leão, com quem desenvolveu parcerias importantes. Tornou-se um dos precursores da bossa nova ao lado de Tom Jobim, Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli. Entre suas composições mais conhecidas estão “O Barquinho”, “Você”, “Nós e o Mar” e “Bye Bye Brasil”. Participou da organização dos primeiros espetáculos dedicados ao novo gênero e integrou o concerto de bossa nova no Carnegie Hall, em Nova York, em 1962, marco da consolidação internacional do movimento.

Com atuação constante no exterior, apresentou-se em países como Estados Unidos, Japão e diversas cidades da Europa, além de participar do Midem, em Cannes, ao lado de Elis Regina. Gravou e dividiu projetos com artistas brasileiros e internacionais, como Wanda Sá, João Donato, Marcos Valle, Andy Summers e Toots Thielemans. Paralelamente, construiu carreira como produtor e diretor artístico da Polygram/Philips por 15 anos, período em que trabalhou com nomes importantes da MPB. Fundou ainda o selo Albatroz Discos e desenvolveu projetos em cinema e televisão, incluindo trilhas sonoras e programas musicais. Com mais de 400 composições registradas e extensa discografia, mantém atividade constante na música brasileira.

Wanda Sá

Cantora e violonista, Wanda Sá é um dos nomes associados à consolidação da bossa nova e à difusão do gênero no Brasil e no exterior. Nascida em São Paulo e criada no Rio de Janeiro, começou a estudar violão ainda na adolescência, após se interessar pela nova sonoridade que surgia no fim dos anos 1950. Foi aluna de Roberto Menescal e, já em 1962, tornou-se professora na escola de música mantida por ele e por Carlos Lyra, em Copacabana. No mesmo período, iniciou sua carreira artística e participou de programas de televisão ao lado de Tom Jobim e Sérgio Mendes, integrando a geração que levou a bossa nova aos palcos e à mídia.

Seu primeiro álbum, Wanda Vagamente, lançado em 1964 e produzido por Menescal, tornou-se referência do período, reunindo músicos como Dom Um Romão, Edison Machado e arranjos iniciais de Eumir Deodato. Ao longo da carreira, integrou o grupo Brasil ’65, de Sérgio Mendes, com o qual excursionou pelos Estados Unidos, e participou de projetos dedicados à obra de compositores como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, João Donato, Marcos Valle e Chico Buarque. Gravou diversos álbuns em parceria com artistas como Roberto Menescal e João Donato, mantendo presença constante em shows e festivais no Brasil e no exterior.

Nas últimas décadas, participou de projetos comemorativos da bossa nova e lançou trabalhos que revisitam sua trajetória. Em 2018, foi agraciada com a Ordem do Mérito Cultural, reconhecimento por sua contribuição à música popular brasileira. Em 2025, lançou o álbum completo 80 Anos, reunindo oito canções inéditas compostas por nomes como Roberto Menescal, Carlos Lyra, Marcos Valle, João Donato, Jards Macalé, Nando Reis e Joyce Moreno, entre outros, além de incluir “A Tarde”, de Francis Hime e Olivia Hime e uma releitura de “There Will Never Be Another You” (1954).

Alaíde Costa

Cantora e compositora, Alaíde Costa iniciou sua carreira profissional em meados da década de 1950, após trajetória em programas de calouros no rádio. Nascida e criada no subúrbio do Rio de Janeiro, destacou-se ainda jovem em concursos musicais que marcaram o início de sua formação artística. Em 1955, assinou contrato como crooner da casa noturna Dancing Avenida e, no ano seguinte, gravou seu primeiro disco. Desde então, construiu uma carreira que ultrapassa seis décadas, com mais de 20 álbuns lançados e participação ativa na história da música popular brasileira.

Figura associada aos primórdios da bossa nova, integrou o grupo de artistas que participaram das primeiras apresentações do movimento, ao lado de nomes como Sylvia Telles, Carlos Lyra, Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli. Lançou seus primeiros LPs no fim dos anos 1950 e início dos 1960, com repertório ligado aos compositores que consolidaram o gênero. Ao longo da trajetória, desenvolveu parcerias autorais com Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Johnny Alf e outros compositores, além de gravar e se apresentar com integrantes do Clube da Esquina. Também dedicou álbuns à obra de artistas como Johnny Alf, Milton Nascimento e Tom Jobim.

Paralelamente à música, atuou como atriz no teatro e no cinema, recebendo, em 2020, o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado pelo filme Todos os Mortos. Sua trajetória é frequentemente associada à reflexão sobre a presença da mulher negra na música popular brasileira, tema que a própria artista abordou em entrevistas ao longo dos anos. Nos últimos anos, manteve atividade constante com novos lançamentos, como O Anel – Alaíde Costa canta José Miguel Wisnik (2020), além dos álbuns Harmonias Que Soam e Ressoam (2023) e E o Tempo Agora Quer Voar (2024), ambos reconhecidos pela crítica especializada. Em 2025, lançou Uma Estrela Para Dalva, reafirmando sua presença contínua na produção musical contemporânea.

Theo Bial

Cantor e compositor, Theo Bial é natural do Rio de Janeiro e desenvolve um trabalho influenciado pela bossa nova. Sua produção dialoga com a tradição da música popular brasileira, aproximando referências históricas de uma abordagem contemporânea. Em suas composições e interpretações, aborda temas ligados ao amor e à paisagem cultural brasileira, reafirmando uma filiação estética que reconhece na bossa nova um eixo central, sem se afastar da linguagem do samba.

Após os álbuns Vertigem (2022) e Neo-Bossa (2023), Theo passou a se dedicar a um projeto centrado na obra de Chico Buarque, iniciado nos palcos em 2024. O espetáculo, apresentado em temporadas no Blue Note Rio e no Blue Note São Paulo, teve direção de Analimar Ventapane e consolidou um repertório que evidenciava as conexões entre samba e bossa nova na obra de Chico.

Em 2025, o projeto resultou no lançamento do álbum Theo Canta Chico, terceiro trabalho solo do artista, reunindo releituras que reforçam sua identidade como intérprete vinculado à tradição da MPB. O disco conta com músicos de diferentes gerações, como Adriano Giffoni e Adriano Souza, além de participações de jovens artistas como Vidal Assis e Vinícius Guimarães, estabelecendo um diálogo entre herança e renovação. Em 2025, Theo levou o projeto ao Japão, onde se apresentou ao lado de Roberto Menescal e Lisa Ono, além de cumprir apresentações solo em Tóquio, ampliando sua presença em circuitos internacionais dedicados à música brasileira.

Sobre a Orquestra Sinfônica Villa-Lobos

Fundada em 2000 pelo maestro Adriano Machado, a Orquestra Sinfônica Villa-Lobos nasceu com a proposta de aproximar a música de concerto do grande público, ampliando o acesso ao repertório sinfônico sem renunciar à qualidade artística.

A OSVL se destaca pela integração entre a tradição da música clássica e a música popular brasileira. Sob a regência de Adriano Machado, a orquestra desenvolve apresentações que dialogam com diferentes linguagens, ampliando o alcance do repertório sinfônico e estabelecendo conexões com públicos diversos.

Com repertório plural e acessível, a OSVL já se apresentou em teatros, escolas, praças públicas e praias, alcançando públicos em diferentes regiões do Brasil. Sua atuação é marcada pelo compromisso com a democratização cultural e pela valorização da música sinfônica como linguagem contemporânea.

Ao longo de sua trajetória, a orquestra já dividiu palco com artistas como Roberto Carlos, Alok, Jorge & Mateus, Roupa Nova e Fábio Jr. consolidando-se como ponte entre universos artísticos distintos. Projetos como o ViolinLive e as apresentações no formato Cine Concert demonstram sua capacidade de renovação e de diálogo com novas formas de fruição musical.

A Orquestra Sinfônica Villa-Lobos tem como objetivo ser um coletivo artístico comprometido com a integração entre tradição e contemporaneidade, ampliando o espaço da música sinfônica no cenário cultural brasileiro.

Realização: Stanley Projetos, Musickeria, MRG Projetos e Produções Culturais, Tacatinta e Ministério da Cultura e Governo Federal. Do lado do povo brasileiro.


A MIDIORAMA é responsável pela ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO deste evento, não tendo qualquer envolvimento ou responsabilidade sobre a produção, organização, venda de ingressos, agenda ou programação. Qualquer assunto relacionado à venda de ingressos deve ser tratado diretamente com a empresa responsável por sua comercialização.


Serviço


Rio de Janeiro 9 de abril (Teatro Riachuelo)

Data:
9 de abril

Local:
Teatro Riachuelo (Rua do Passeio, 38/40 – Centro)

Horário:
20h

Duração:
120 minutos

Classificação:
Livre

Mais informações:

Ingressos:
Plateia VIP – R$ 220,00
Plateia – R$ 180,00
Balcão Nobre – R$ 150,00
Balcão Superior – R$ 100,00
Vendas:  Ingresso.com
Obs: 
Todas as sessões dos espetáculos possuem recursos de acessibilidade como Audiodescrição, Libras e Legendagem. Confira os descontos disponíveis em Ingresso.com

Formulário de credenciamento


Instituição

Editoria

Credenciado 1


Deixe seu comentário


Envie sua matéria


Anexar imagem de destaque

Por favor, anexe uma imagem com 920 pixels de largura e 625 pixels de altura.