Uma sondagem conduzida pelo Yahoo! em parceria com o instituto YouGov indicou que Bad Bunny foi apontado por 42% dos entrevistados como alguém que representa melhor os Estados Unidos do que o presidente Donald Trump, que recebeu 39% das respostas na comparação direta. O estudo foi aplicado logo após a apresentação do artista no intervalo do Super Bowl, em 8 de fevereiro.
O levantamento revelou diferenças relevantes entre grupos demográficos. Entre entrevistados negros, o cantor concentrou 61% das respostas, enquanto Trump obteve 9%. No grupo de hispânicos, o artista registrou 46%, contra 32% do presidente. Entre entrevistados brancos, o resultado se inverteu: 48% escolheram Trump e 37% Bad Bunny.
A pesquisa também avaliou a recepção do espetáculo. Quase metade dos participantes afirmou ter assistido ao show. Entre esses, a avaliação positiva superou a negativa, enquanto parte declarou não ter opinião definida. A opção de cantar exclusivamente em espanhol dividiu opiniões, mas a maioria afirmou não considerar o idioma um problema.
No encerramento da apresentação, o artista mencionou diferentes países do continente americano e projetou no palco uma mensagem que associava amor e superação do ódio. A maioria dos entrevistados declarou aprovar esse momento final.
A escolha de Bad Bunny para o intervalo havia provocado manifestações contrárias de setores ligados ao movimento Make America Great Again. Trump criticou publicamente a decisão antes e depois do evento. A organização conservadora Turning Point USA anunciou um evento alternativo no mesmo horário, com participação de Kid Rock.
Dados divulgados pela NFL apontam que o show atingiu 128,2 milhões de espectadores, figurando entre os maiores já registrados na história do Super Bowl. Após a apresentação, a empresa de turismo Expedia informou aumento expressivo nas buscas por voos para Porto Rico.





























